PAISAGEM – ciclo Sobre Lembrar e Esquecer, parte II

de Paula Diogo e Tónan Quito, em co-criação com os Foguetes Maravilha (BR)

ESTREIA/APRESENTAÇÕES

19 e 20 Março 2021 – TMP – Campo Alegre

1 a 5 de Abril (pausa dia 4) – CCB – Blackbox

Formação com Foguetes Maravilha: 17 Março 2021 – ESMAE


Paula Diogo imaginou o ciclo SOBRE LEMBRAR E ESQUECER para falar sobre o modo como a memória opera nas nossas vidas. PAISAGEM, em co-criação com Tónan Quito e o colectivo Foguetes Maravilha, é o segundo momento deste ciclo iniciado em 2018 no espectáculo com o mesmo nome apresentado no Teatro Maria Matos.

Uma conversa sobre duas peças curtas de Harold Pinter serve de ponto de partida para este espectáculo. Em ambas, um casal de meia idade dialoga (ou monologa) sobre episódios que só um deles parece recordar ou que ambos recordam de forma completamente diferente. Estas peças servem de mote para falar sobre aquilo que mantém as pessoas juntas ao longo dos anos e como se estabelecem as relações de intimidade e interdependência.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Criação e performance: Paula Diogo e Tónan Quito
Co-Criação: Alex Cassal, Renato Linhares e Stella Rabello (Foguetes Maravilha/BR)
Desenho de luz: Wilma Moutinho
Espaço Cénico: Fernando Ribeiro
Desenho de Som: João Bento
Produção Executiva: Vanda Cerejo
Apoio Comunicação: Carlos Alves
Co-produção: Má-Criação, Teatro Municipal do Porto e Centro Cultural de Belém
Residência de co-produção: O Espaço do Tempo
Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes

A Má-Criação é uma estrutura apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa e acolhida pelo Espaço Alkantara

Apoio: EGEAC, Estúdios Olga Roriz


Paula Diogo imagined the cycle ABOUT REMEMBERING AND FORGETTING to talk about the way memory works in our lives. LANDSCAPE, in co-creation with Tónan Quito and the collective Foguetes Maravilha, is the second moment of this cycle started in 2018 the show with the same name presented at the Teatro Maria Matos, in Lisbon.
A conversation about two short pieces by Harold Pinter serves as a starting point for this show. In both, a middle-aged couple dialogues (or monologues) about episodes that only one of them seems to remember or that both remember completely differently. These pieces serve as a motto to talk about what keeps people together over the years and how relationships of intimacy and interdependence are established.