PUBLICAÇÕES

CELESTIAL BODIES é um encontro informal de partilha de práticas criativas. Artistas estrangeir_s encontram artistas locais e constroem em conjunto ações que são partilhadas e realizadas com o grupo e com a comunidade local. Práticas como caminhada, cerâmica, recolha, construção, dança, leitura, sonhar em conjunto, que podem acontecer tanto em estúdio como em espaço público. Durante dez dias estivemos juntas entre a Moita e Lisboa. Decidimos que íamos registar estes dias num caderno. Organizámo-nos em pares, que não se conheciam de antemão. Cada par anotou um momento específico do encontro.  Este livro coleta a memória desse encontro.


CELESTIAL BODIES é uma plataforma artística itinerante que, desde 2019, reúne um grupo internacional de artistas e profissionais da cultura de diversos países europeus que se identificam como FLINTA (do sexo feminino, lésbicas, inter, não-binárias, trans e agénero). Dedicando-se a abrir espaços que exploram significados e práticas de solidariedade, cuidado, empatia e espanto, CELESTIAL BODIES considera a fragilidade e a vulnerabilidade como qualidades fundamentais para o crescimento individual e comunitário. RESONANCES é o registo do terceiro de uma série de encontros e festivais (2019 em Reiquiavique, 2021 em Lisboa e Moita). Realizado na Toscana (Itália), o encontro reuniu artistas da plataforma CELESTIAL BODIES e artistas locais.


CELESTIAL BODIES – DIALOGUES IN SPACE é dedicada aos encontros realizados pelo coletivo no Centrum w Ruchu, em Varsóvia, e na Iceland University of the Arts, em Reykjavik, Islândia em 20244.
Celestial Bodies é um projeto de investigação desenvolvido desde 2019 por um grupo de artistas internacionais. Os encontros fomentam o diálogo entre pares, experimentando novos modelos de criação e colocando em diálogo artistas de diferentes áreas. Perseguem também a ideia de espaços de bravura e segurança para a experimentação artística e criam condições para que isso aconteça num tempo e espaço pré-definidos. As publicações Celestial Bodies espelham a diversidade cultural e estética do grupo e são um espaço de experimentação e de consolidação do trabalho desenvolvido em coletivo.


TERRA NULLIUS é um espetáculo-percurso que tenta capturar a experiência de um lugar distante. Durante um ano, Paula Diogo esteve em Reykjavik a desenvolver um projeto que tentava capturar uma ‘experiência do lugar’ cruzando-a com narrativas pessoais e coletivas. Como procedimento usou duas ações simples: caminhar e escrever. O audiowalk foi redesenhado em vários países e apresentado em lugares como: Reykjavik, Lisboa, Medellín, Punta Arenas, Puerto Natales, Montevideo, Rio de Janeiro, Vila do Conde, Amiens, Kortrijk, Chuburná, Manizales, Berlim e Belgrado. O livro TERRA NULLIUS é um objeto-arquivo que compila conversas sobre o ato de caminhar. É entregue gratuitamente a cada membro do público no final da caminhada.