Em 2017 o performer brasileiro Fábio Osório Monteiro, tentando lidar com os desafios financeiros da vida como artista, decidiu tornar-se uma baiana de acarajé. Vestido com o traje completo de baiana, Osório prepara a massa e frita os bolinhos enquanto apresenta uma performance que entrelaça mitos afro-brasileiros e itãs, misturados com elementos autobiográficos. (…)
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“Imagino que se eu fosse um pouco mais como o meu pai, seria capaz de criar este sentimento de comunhão, como se estivéssemos a partilhar comida e bebida. Mas não qualquer comida e bebida, não, é mais como se fôssemos puritanos abstémios de um vilarejo dinamarquês no século XIX convidados a um banquete delicioso e extravagante.” (…)
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As publicações da Má-Criação – Terra Nullius, Celestial Bodies Portugal e Celestial Bodies Resonances – estiveram disponíveis na F.E.R.A. FEIRA DE EDIÇÕES REALIZADAS POR ARTISTAS, durante o Festival Pedra Dura em Lagos. (…)
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AURORA (ou LIVRO) de Paula Diogo é um projeto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian que procura redescobrir formas de nos relacionarmos com o mundo. Através de experiências entre o ato de ver e o ato de descrever, tentamos ir para além dos nossos olhos e experimentamos outros tipos de visão. A pesquisa inclui quatro residências: a primeira aconteceu em Setembro no Teatro Viriato em Viseu (…)
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HOTEL PARADOXO é um monólogo concebido para acontecer num espaço pouco convencional: num planetário, sob a abóbada da sala de projeções. Um ator contracena com imagens de estrelas, galáxias e fenómenos cósmicos. Um espetáculo que se assiste como que a olhar para o céu estrelado acima das nossas cabeças, seguindo uma narrativa que baralha realidade e ficção, tempo e espaço. (…)
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Renato Linhares desliza para Montemor-o-Velho, para preparar a estreia desta conversa coreográfica sobre patins, tomada de fúria, empurrões, afogamentos, sopros, ou todo e qualquer impulso necessário para entrar na casa da infância, no túnel da minhoca, nos passos de uma lesma, na dureza de uma queda (…)
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Hoje de manhã eu estava mexendo numas caixas entulhadas em cima do armário e encontrei uma porrada de fotografias antigas. Numa delas eu estou com uma medalha de ouro pendurada no pescoço, vestindo um fraque cor de rosa choque e uma calça de lycra branca. Fui campeão brasileiro de patinação artística em 1995, aos quatorze anos. Mas o que me assaltou a memória não foi essa competição (…)
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Em BOLA DE FOGO, o artista Fábio Osório Monteiro aborda temas como ancestralidade, afetividade e questões ligadas ao corpo negro, enquanto prepara a massa do acarajé, frita o bolinho e o compartilha, perpetuando um ofício ancestral. Devidamente trajado de baiana, Fábio Osório monta o tabuleiro, bate a massa, frita os bolinhos, enquanto desenvolve uma narrativa que atravessa os mitos e itãs de matrizes africanas (…)
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Maré, um mundo inteiro para descobrir e parto com a sensação de ter estado apenas à porta. O telefone ficou a maior parte do tempo no bolso e os olhos têm um chip de memória que não dá para partilhar. Mas vão cheios de Rio, de Maré, de Santa Teresa e de tantas caras que quero voltar a ver em breve. (…)
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Pela primeira vez o coletivo Celestial Bodies é convidado a conduzir uma masterclass. O contexto não podia ser melhor, voltamos à LHÍ na Iceland University Arts, o lugar onde nos conhecemos e onde fizémos o nosso primeiro Festival Celestial Bodies.
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